Exílio

Em Exílio é estabelecida uma relação entre fotografia e autoperformance, em que o corpo atua exclusivamente para a câmera, distante do olhar direto do público. A encenação se presta à narrativa fotográfica, já parte da lógica bidimensional, do tempo estático e mudo. Fotografar sem ver a cena: é uma imagem da ordem do antes (imagem-projeção) e do depois (imagem ao acaso). Na formação da fotografia, o sensor da câmera é invadido pela luz, sem a direção de um olho ela surge de um instante anônimo, na abstenção do sujeito. Não há caça, não há um ver-decisivo. É como um tiro ao contrário. Não é a câmera que vai de encontro ao objeto, mas um corpo que se atira sobre o disparo, corpo-projétil.

(FONTE: site da autora)

Identificação
Título
Exílio
Tipo de Publicação
Cidade de Edição
Estado de Edição
País de Edição
Editora
Ano de publicação
2015
Número de Páginas
1 vol. não paginado
ISBN / ISSN
9788591896905
Idioma
Ficha Técnica
Autoria (Fotografia)
Projeto Gráfico
Impressão
Forma Física
Largura (cm)
24
Altura (cm)
16
Tiragem
800
Tipo de capa
Dura
Tipo de Papel
Eurobulk 150g/m2 Miolo
Tipo de encadernação
Brochura
Conteúdos
Notas gerais

Projeto contemplado pelo XIII Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia.

Notas de Conteúdo

Texto de Priscilla Menezes de Faria.

Assuntos Fotográficos
Assuntos Gerais
Referências Externas
URL
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