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Passagens entre fotografia e cinema na arte brasileira

Antes dos anos 1970, havia uma forte dicotomia entre o cinema e a fotografia – de um lado, o movimento, o fluxo narrativo, o presente, o consentimento dessa ilusão do presente e de duplicação da vida; do outro, a imobilidade, o passado, a busca da alucinação e da duplicação da morte –, o que não impediu que uma série de artistas e cineastas do pós-guerra dissolvessem esta clivagem em obras que, ao se aproximarem da imobilidade fotogramática, rompiam com a ilusão do movimento e do fluxo narrativo. PASSAGENS ENTRE FOTOGRAFIA E CINEMA NA ARTE BRASILEIRA parte de uma problemática discutida anteriormente em um capítulo de CINEMÁTICOS (PARENTE, 2013) onde penso o agenciamento entre fotografia e cinema em filmes, vídeos e instalações de artistas brasileiros.

Se em CINEMÁTICOS analiso a questão do ponto de vista do cinema que se apropriava da fotografia, da sua fixidez, agora, inversamente, discuto o surgimento de percursos de artistas que visaram expandir o campo fotográfico e questionar o caráter indicial, estático e bidimensional da fotografia clássica, emoldurada e exposta em paredes de museus, segundo um padrão estético e expositivo que tem sua gênese na história da pintura burguesa do século XIX. 

(FONTE: a publicação)

Identificação
Título
Passagens entre fotografia e cinema na arte brasileira
Tipo de Publicação
Cidade de Edição
Estado de Edição
País de Edição
Editora
Ano de publicação
2015
Número de Páginas
200 p.
ISBN / ISSN
9788564140110
Idioma
Português
Ficha Técnica
Autoria (Texto)
Design (Projeto Gráfico)
Impressão (Gráfica Principal)
Forma Física
Largura (cm)
15
Altura (cm)
21
Conteúdos
Notas gerais

Projeto de pesquisa contemplado pelo XIV Prêmio FUNARTE Marc Ferrez de Fotografia (2014) 

Assuntos Fotográficos
Assuntos Gerais
URL
Este projeto foi realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.
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